Era uma vez um jovem rapaz chamado Rafael. Ele passou por muitas aventuras, muitos altos e baixos. Ele tinha seus sonhos, tinha seus medos, suas imperfeições, suas qualidades. Ele aprendeu muitas coisas através dos dias e kilômetros que um dia decidiu caminhar até chegar à sua amada. Não tinha rumo. Não levou mapa. Não levou roupa. Só levou dinheiro (porque é claro, precisamos de dinheiro no mudo que vivemos) e também seu som, pois música era o que o guiava. E a mulher que ele amaria, deveria ter características similares. Não era pra ser igual à ele, e sim parecida. Se fosse exatamente igual, não seria bom. Nada seria uma surpresa, nada seria um espanto, ou algo para aprender a viver. Rafael não tinha em mente o que a mulher ideal deveria dizer ou fazer, muito menos com quem se pareceria fisicamente. Ele não se importaria, se o coração dele dissesse que aquela era Aquela, assim seria. Durante essa viagem sem destino ele encontrou pessoas que nunca imaginava encontrar, que eram tão diferentes das que ele já conhecia. Descobriu paisagens. Avistou montanhas com seus precipícios. Avistou nuvens de diversas formas. As cores que viu ficaram em sua mente para sempre. Os riachos, as árvores, as folhas, os campos, as cidades, as casas, os barracos, os hotéis, os motéis. Tudo era muito novo pra ele. A cidade de onde ele vinha era muito pacata. Muito monótona. Ele queria escapar. Mas nunca pensou para onde ir. Das ruas em que Rafael passou, uma após a outra, pareciam ser mais duras. Tão duras que deixavam calos em seus pés, pois Rafael ia de a pé. Rafael era paciente e persistente. Ele queria achar sua “alma gêmea” (se é que ela existia). Aquela que tanto ouviu em contos de fadas quando era pequeno. Queria sua Cinderela, sua Rapunzel, sua Branca de Neve. Ninguém o impediu de ir atrás dela, só tentaram avisá-lo do quanto o mundo é imprevisível. Semana após semana, mês após mês e ano após ano, o já não tão mais jovem Rafael encontrou muitas lindas mulheres, mas somente por fora. Isso não era o bastante para ele. O homem era perfeccionista, e se fosse para ser pra sempre, que fosse perfeito às suas vistas. Ao total, Rafael teve algum relacionamento com 125 mulheres/moças/meninas. Ainda assim, ele não tinha encontrado sua deusa. Com saudades de seus amigos e familiares, ele ligou para casa e contou que estava voltando. Foram apenas 5 dias para chegar, mesmo sua viagem tendo demorado 17 anos. Ao pisar em sua cidadezinha, que agora tão monótona não estava, ele avistou centenas de pessoas a esperá-lo. A maioria não conhecia. Mas em frente à multidão estavam seus familiares e entes queridos. Depois de uma longa semana para matar saudades e contar as novidades, Rafael resolve ir à única praça da cidade que tinha um barzinho em frente. Lá ele encontra uma mulher tão linda e tão sorridente que desperta uma íncrivel paixão no rapaz. Ela olhou para ele, ele olhou para ela. Rafael soube na hora. Finalmente havia encontrado o seu AMOR. E ele estava onde o seu coração havia ficado.
Pequeno conto que eu escrevi certo tempo atrás…
Era uma vez um jovem rapaz chamado Rafael. Ele passou por muitas aventuras, muitos altos e baixos. Ele tinha seus sonhos, tinha seus medos, suas imperfeições, suas qualidades. Ele aprendeu muitas coisas através dos dias e kilômetros que um dia decidiu caminhar até chegar à sua amada. Não tinha rumo. Não levou mapa. Não levou roupa. Só levou dinheiro (porque é claro, precisamos de dinheiro no mudo que vivemos) e também seu som, pois música era o que o guiava. E a mulher que ele amaria, deveria ter características similares. Não era pra ser igual à ele, e sim parecida. Se fosse exatamente igual, não seria bom. Nada seria uma surpresa, nada seria um espanto, ou algo para aprender a viver.
Rafael não tinha em mente o que a mulher ideal deveria dizer ou fazer, muito menos com quem se pareceria fisicamente. Ele não se importaria, se o coração dele dissesse que aquela era Aquela, assim seria.
Durante essa viagem sem destino ele encontrou pessoas que nunca imaginava encontrar, que eram tão diferentes das que ele já conhecia. Descobriu paisagens. Avistou montanhas com seus precipícios. Avistou nuvens de diversas formas. As cores que viu ficaram em sua mente para sempre. Os riachos, as árvores, as folhas, os campos, as cidades, as casas, os barracos, os hotéis, os motéis. Tudo era muito novo pra ele. A cidade de onde ele vinha era muito pacata. Muito monótona. Ele queria escapar. Mas nunca pensou para onde ir.
Das ruas em que Rafael passou, uma após a outra, pareciam ser mais duras. Tão duras que deixavam calos em seus pés, pois Rafael ia de a pé. Rafael era paciente e persistente. Ele queria achar sua “alma gêmea” (se é que ela existia). Aquela que tanto ouviu em contos de fadas quando era pequeno. Queria sua Cinderela, sua Rapunzel, sua Branca de Neve. Ninguém o impediu de ir atrás dela, só tentaram avisá-lo do quanto o mundo é imprevisível.
Semana após semana, mês após mês e ano após ano, o já não tão mais jovem Rafael encontrou muitas lindas mulheres, mas somente por fora. Isso não era o bastante para ele. O homem era perfeccionista, e se fosse para ser pra sempre, que fosse perfeito às suas vistas.
Ao total, Rafael teve algum relacionamento com 125 mulheres/moças/meninas. Ainda assim, ele não tinha encontrado sua deusa.
Com saudades de seus amigos e familiares, ele ligou para casa e contou que estava voltando. Foram apenas 5 dias para chegar, mesmo sua viagem tendo demorado 17 anos. Ao pisar em sua cidadezinha, que agora tão monótona não estava, ele avistou centenas de pessoas a esperá-lo. A maioria não conhecia. Mas em frente à multidão estavam seus familiares e entes queridos. Depois de uma longa semana para matar saudades e contar as novidades, Rafael resolve ir à única praça da cidade que tinha um barzinho em frente. Lá ele encontra uma mulher tão linda e tão sorridente que desperta uma íncrivel paixão no rapaz. Ela olhou para ele, ele olhou para ela. Rafael soube na hora. Finalmente havia encontrado o seu AMOR. E ele estava onde o seu coração havia ficado.

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