Levando em conta coisas pelas quais eu recentemente passei, comecei a pensar nas marcas que esses acontecimentos nos deixam. Essas marcas (geralmente) não são visíveis. Estou falando de cicatrizes de relacionamentos, coisas que te magoaram, etc. Então me veio à cabeça o filme “O amor é cego”. Se você ainda não viu, ele se trata de um homem superficial, que só se importa com a beleza exterior. Por uma “hipnose” ele começa a ver a beleza interior das pessoas. Aí veio na minha mente como seria se pudéssemos ver essas cicatrizes nas pessoas. Acho que eu estaria bastante deformada agora… Talvez isso fizesse os outros terem pena de nós marcados e não nos machucariam mais. Talvez não. Talvez seja melhor não verem. Às vezes é bom poder esconder o que estamos passando ou pelo que já passamos. Não aguento mais cicatrizes, preciso de algo que me cure.

Uma coisa que eu decidi não fazer mais na minha vida é prestar atenção nas letras das músicas. Achar alguma semelhança delas com a minha vida, com algo que já me aconteceu ou que está acontecendo. Mas principalmente, eu não vou mais associar uma música com alguma pessoa, alguém que eu esteja ficando/namorando, porque existe a chance de que o relacionamento acabe, e depois de acabado eu não vou mais querer ouvir tal música. Ou vou levar um bom tempo pra voltar a escutá-la. Odeio quando isso acontece, então agora eu não vou mais dar valor às letras das músicas. Eu vou continuar ouvindo as que tem letras, porque eu gosto mais assim. Mas chega de interpretação das músicas.

Pequeno conto que eu escrevi certo tempo atrás…

Era uma vez um jovem rapaz chamado Rafael. Ele passou por muitas aventuras, muitos altos e baixos. Ele tinha seus sonhos, tinha seus medos, suas imperfeições, suas qualidades. Ele aprendeu muitas coisas através dos dias e kilômetros que um dia decidiu caminhar até chegar à sua amada. Não tinha rumo. Não levou mapa. Não levou roupa. Só levou dinheiro (porque é claro, precisamos de dinheiro no mudo que vivemos) e também seu som, pois música era o que o guiava. E a mulher que ele amaria, deveria ter características similares. Não era pra ser igual à ele, e sim parecida. Se fosse exatamente igual, não seria bom. Nada seria uma surpresa, nada seria um espanto, ou algo para aprender a viver.
Rafael não tinha em mente o que a mulher ideal deveria dizer ou fazer, muito menos com quem se pareceria fisicamente. Ele não se importaria, se o coração dele dissesse que aquela era Aquela, assim seria.
Durante essa viagem sem destino ele encontrou pessoas que nunca imaginava encontrar, que eram tão diferentes das que ele já conhecia. Descobriu paisagens. Avistou montanhas com seus precipícios. Avistou nuvens de diversas formas. As cores que viu ficaram em sua mente para sempre. Os riachos, as árvores, as folhas, os campos, as cidades, as casas, os barracos, os hotéis, os motéis. Tudo era muito novo pra ele. A cidade de onde ele vinha era muito pacata. Muito monótona. Ele queria escapar. Mas nunca pensou para onde ir.
Das ruas em que Rafael passou, uma após a outra, pareciam ser mais duras. Tão duras que deixavam calos em seus pés, pois Rafael ia de a pé. Rafael era paciente e persistente. Ele queria achar sua “alma gêmea” (se é que ela existia). Aquela que tanto ouviu em contos de fadas quando era pequeno. Queria sua Cinderela, sua Rapunzel, sua Branca de Neve. Ninguém o impediu de ir atrás dela, só tentaram avisá-lo do quanto o mundo é imprevisível.
Semana após semana, mês após mês e ano após ano, o já não tão mais jovem Rafael encontrou muitas lindas mulheres, mas somente por fora. Isso não era o bastante para ele. O homem era perfeccionista, e se fosse para ser pra sempre, que fosse perfeito às suas vistas.
Ao total, Rafael teve algum relacionamento com 125 mulheres/moças/meninas. Ainda assim, ele não tinha encontrado sua deusa.
Com saudades de seus amigos e familiares, ele ligou para casa e contou que estava voltando. Foram apenas 5 dias para chegar, mesmo sua viagem tendo demorado 17 anos. Ao pisar em sua cidadezinha, que agora tão monótona não estava, ele avistou centenas de pessoas a esperá-lo. A maioria não conhecia. Mas em frente à multidão estavam seus familiares e entes queridos. Depois de uma longa semana para matar saudades e contar as novidades, Rafael resolve ir à única praça da cidade que tinha um barzinho em frente. Lá ele encontra uma mulher tão linda e tão sorridente que desperta uma íncrivel paixão no rapaz. Ela olhou para ele, ele olhou para ela. Rafael soube na hora. Finalmente havia encontrado o seu AMOR. E ele estava onde o seu coração havia ficado.

Era uma vez um jovem rapaz chamado Rafael. Ele passou por muitas aventuras, muitos altos e baixos. Ele tinha seus sonhos, tinha seus medos, suas imperfeições, suas qualidades. Ele aprendeu muitas coisas através dos dias e kilômetros que um dia decidiu caminhar até chegar à sua amada. Não tinha rumo. Não levou mapa. Não levou roupa. Só levou dinheiro (porque é claro, precisamos de dinheiro no mudo que vivemos) e também seu som, pois música era o que o guiava. E a mulher que ele amaria, deveria ter características similares. Não era pra ser igual à ele, e sim parecida. Se fosse exatamente igual, não seria bom. Nada seria uma surpresa, nada seria um espanto, ou algo para aprender a viver. Rafael não tinha em mente o que a mulher ideal deveria dizer ou fazer, muito menos com quem se pareceria fisicamente. Ele não se importaria, se o coração dele dissesse que aquela era Aquela, assim seria. Durante essa viagem sem destino ele encontrou pessoas que nunca imaginava encontrar, que eram tão diferentes das que ele já conhecia. Descobriu paisagens. Avistou montanhas com seus precipícios. Avistou nuvens de diversas formas. As cores que viu ficaram em sua mente para sempre. Os riachos, as árvores, as folhas, os campos, as cidades, as casas, os barracos, os hotéis, os motéis. Tudo era muito novo pra ele. A cidade de onde ele vinha era muito pacata. Muito monótona. Ele queria escapar. Mas nunca pensou para onde ir. Das ruas em que Rafael passou, uma após a outra, pareciam ser mais duras. Tão duras que deixavam calos em seus pés, pois Rafael ia de a pé. Rafael era paciente e persistente. Ele queria achar sua “alma gêmea” (se é que ela existia). Aquela que tanto ouviu em contos de fadas quando era pequeno. Queria sua Cinderela, sua Rapunzel, sua Branca de Neve. Ninguém o impediu de ir atrás dela, só tentaram avisá-lo do quanto o mundo é imprevisível. Semana após semana, mês após mês e ano após ano, o já não tão mais jovem Rafael encontrou muitas lindas mulheres, mas somente por fora. Isso não era o bastante para ele. O homem era perfeccionista, e se fosse para ser pra sempre, que fosse perfeito às suas vistas. Ao total, Rafael teve algum relacionamento com 125 mulheres/moças/meninas. Ainda assim, ele não tinha encontrado sua deusa.  Com saudades de seus amigos e familiares, ele ligou para casa e contou que estava voltando. Foram apenas 5 dias para chegar, mesmo sua viagem tendo demorado 17 anos. Ao pisar em sua cidadezinha, que agora tão monótona não estava, ele avistou centenas de pessoas a esperá-lo. A maioria não conhecia. Mas em frente à multidão estavam seus familiares e entes queridos. Depois de uma longa semana para matar saudades e contar as novidades, Rafael resolve ir à única praça da cidade que tinha um barzinho em frente. Lá ele encontra uma mulher tão linda e tão sorridente que desperta uma íncrivel paixão no rapaz. Ela olhou para ele, ele olhou para ela. Rafael soube na hora. Finalmente havia encontrado o seu AMOR. E ele estava onde o seu coração havia ficado.

Lembre-se disso: “Escritores INFJ contam que escrevem com uma determinada pessoa em mente, enquanto que escrever para um público sem rosto os deixa sem inspiração.”

Que vontade de escrever. Pena que eu não tenho muito assunto. Mas vamos ver se dessa mente sai algo produtivo. Eu gosto de escrever… gostaria de ganhar a vida assim. Vou contar um segredinho, um sonho meu. O que eu gostaria de ser mesmo é escritora. Fazer meu próprio horário de trabalho, ser minha chefe, ter meus livros na minha prateleira… Meu escritório poderia ser em qualquer lugar: embaixo de uma árvore, numa rede, numa praça, num café, no shopping, numa poltrona dentro de casa ou numa mesa de escritório mesmo. O que me deixa triste é que eu sei que não poderia ser o que eu quero. Cada um nasce com um ou mais talentos, e quem sabe eu tenha talento para escrever, mas não livros. Apenas pequenos textos como esses que eu publico aqui no meu blog. É triste, mas são coisas assim que nos fazem pensar em um Plano B. O meu é ser Arquiteta. Também não tenho o dom para desenhar, mas uma pessoa muito especial me disse que existem vários tipos de desenho e que eu posso ter o talento para o desenho que o Arquiteto precisa fazer. Apesar de não poder ser o Plano A, estou muito animada para a alternativa. E se essa não der certo, tenho Plano C, Plano D, Plano E, etc haha. É bom estar de volta. Vou tentar postar mais vezes.

I’m empty.

Homens que fumam não prestam. É uma regra, mas claro, há exceções e é isso que a torna uma regra real. Mulheres, se vocês conhecerem um rapaz que parece encantador, parece perfeito, mas fuma, tenham cuidado. Sempre tenham um pé atrás com eles. 99% Não vale um pedaço de merda. Por isso, prefiram os homens que não têm esse terrível vício. Está dado o aviso.

Ok, let’s be realistics. It’s not gonna happen. I’ll just relax. Sit on my bed. Read my book. Simply live my life, just as I was doing. And this year it’ll be different. My life will be my college. I don’t wanna think about it (not the college). I won’t want it. I can live without it and be happy. I just have to focus on what’s really important. I gotta learn to live without it and be happy. Serously, just fuck it.

E vai ser a mesma coisa de novo. A mesma expectativa. A mesma espera. A mesma duração. A mesma decepção. A mesma reflexão. Não vai mudar. Vai ser sempre igual.

Quantas vezes já li “eu te amo”, “você é eterno”, “amigo pra sempre”… em legendas de fotos, conversinhas de amigos… (estou falando de ocorrências em orkuts e outros sites alheios)?! Milhões e milhões de vezes. Quantas vezes eu acreditei? Se eu disser uma já seria demais. Ainda outro dia ouvi a recente história de um casal. Um casal que em uma pequena semana já diziam “eu amo você, meu amor lindo. Namorados para a eternidade! *-*” (dei um toque irônico só pra dar uma gracinha). É possível acreditar em algo assim? É totalmente impossível alguém amar outra pessoa em 1 semana! E pra essa regra, na minha cabeça PELO MENOS, não existe exceção. Essa gente anda se enganando demais.